CONSISTÊNCIA, POR FAVOR!?

Por: José Roberto Define Clé

FLORIANÓPOLIS, SC - 07.06.2015: FIGUEIRENSE X PALMEIRAS - O jogador Cleiton Xavier, da SE Palmeiras, em jogo contra a equipe do Figueirense FC, durante partida válida pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, Série A no estádio Orlando Scarpelli. (Foto: Cesar Greco / Fotoarena)
(Foto: Cesar Greco / Fotoarena)

Fora de casa o Palmeiras perdeu pelo placar de 2×1 para o Figueirense chegando a sua segunda derrota pelo Brasileirão. Era visível a diferença entre as equipes, enquanto o figueira possuía claramente a proposta de se defender, apostando em possíveis erros. O alviverde como nos jogos anteriores manteve a posse de bola, rodando-a demasiadamente procurando brechas na defesa adversária.

Os primeiros 15 minutos de partida foram extremamente frenéticos, seguindo a sua proposta o time da casa aproveitou uma rara falha de Fernando Prass, abrindo o placar. Logo em seguida, Gabriel empatou com belo chute de fora da área, chegando a um ponto chave a ser observado por nós palmeirenses, a falta de agressividade da equipe no decorrer das partidas, o time insiste em apenas girar a bola não arriscando com a frequência necessária. Dentro de nosso elenco temos Cleiton Xavier, Zé Roberto, Gabriel e Robinho para citar alguns bons arrematadores de média distância, então chuta cazzo!

O segundo gol da equipe catarinense veio em um contra-ataque iniciado pelo goleiro, algo bizarro e inadmissível. Detalhe para este gol é que o Palmeiras manteve a bola durante 5 minutos, mostrando sua ineficiência na parte ofensiva.

Oswaldo de Oliveira manteve seu esquema tático 4-2-3-1. Como não possuímos um homem de área isso tem se tornado um problema. Rafael Marques obviamente pode jogar desta maneira, mas insiste em se deslocar para as laterais congestionando todo o ataque alviverde.

VARIAÇÃO TATÍCA

O técnico palmeirense necessita alterar a maneira com que o time joga, o tornando muito mais objetivo e agressivo. Mantendo a consistência defensiva obviamente, exemplos de ótimos jogos que fizemos foram contra o Corinthians e Internacional. No primeiro utilizando uma variação do próprio 4-2-3-1 e no segundo utilizando um 4-3-3.

Se continuarmos desta maneira o cargo de Oswaldo Oliveira corre sérios riscos e o futuro do Palmeiras no campeonato nacional também!

FORZA PALESTRA