Por: Victor Chahin

 

O jogo de quarta-feira mostrou o ataque que não viamos há algum tempo. Foram 30 minutos de bombardeamento, seis chegas perigosas e 3 gols. O Palmeiras aniquilou o jogo. 

Na minha visão, caro palmeirense, foram duas coisas responsáveis por o ataque mortal. Primeiramente, o Verdão manteve a bola no pé por mais tempo que o Cruzeiro. Isso não vinha acontecendo desde o jogo contra o Asa. 

O esquema tático adotado, 4-3-3 com um volante de contenção e dois meias trabahando na ligação ataque-defesa, foram a chave para ter a bola por mais tempo. O meio ficou articulado com o volante Amaral (Andrei Girotto) e formando uma linha na frente, Zé Roberto e Robinho. 

Sim torcedor, com a redonda do nosso lado, o Palmeiras criou muitas chances. Mas não tem como esquecer, Gabriel Jesus, menino de 18 anos, mostrou não ser mais promessa.

A humildade somado com vontade e talento é talvez a arma de Gabriel Jesus. O atacante é liso, rápido, brigador e encaixa perfeitamente no Palmeiras. Há muito tempo o Verdão não tinha um jogador que em campo, faz o adversário ficar duas vezes mais atento. O Gabriel Jesus desloca a marcação, passa, corre, dribla, marca e pulsa seu coração junto a torcida do Palmeiras. 
 
FORZAPALESTRA

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