Por: Vitor Vizzotto

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(Foto: Cesar Greco / Fotoarena)

Em 74 segundos, o Palmeiras fez a diferença e empatou. O que realmente quero relatar aqui, não é a derrota no gramado, mas como todos sabem fora dele.

Nada poderia ser mais triste do que ver um clássico do tamanho de Santos x Palmeiras, sem o gostinho do gol adversário. E não é porque era o verdão, falo por todos os próximos jogos onde o silêncio tomará conta quando o adversário fizer um gol.

Mas por que a torcida é realmente fundamental no futebol? Lembremos de um fato recente, no ano passado quando fomos campeões nacionais, só conquistamos a taça por causa, exclusivamente, da torcida.

Se não fosse a força e a fé vindas de fora dos gramados, nada daquilo seria possível. Não tinhamos um time superior do que o do Santos de 2015, mas mesmo assim, ganhamos.

Então a questão que fica é: Qual é o poder de reação de uma equipe quando joga sem sua torcida? Por isso o título desta crítica é este. Incompleto, pois não tivemos o algo a mais que poderia nos dar a classificação nos pênaltis.

Aqui jaz os clássicos de São Paulo.

O TIME 

Fez o que pode, dentro de suas limitações.

Gabriel Jesus perdeu um lance cara a cara com Vanderlei, repetindo a mesma coisa do ano passado. Rafael Marques perdeu um pênalti, também repetindo. São apenas fatos que não devem nem ser levados tão em conta.

Por que? Tempo. Cuca chegou praticamente agora, não da para esperar grandes feitos repentinos. E aqui repetimos o mesmo discurso de sempre…

O técnico precisa remodelar o elenco com as peças que achar úteis.

Lugubremente o Palmeias conseguiu o empate, e para mim, já está bom.

Dia 14 de maio voltamos a campo para jogar a primeira partida do campeonato brasileiro contra o Atlético Paranaense e quais são as perspectivas para a disputa dessa taça? O que nos alimenta agora, ou a tempos, é exclusivamente a esperança.

Continuaremos acreditando, pois esta é a função do torcedor.

Aos demais rivais, o único time que nos apresenta algum tipo de rivalidade nos clássicos é o Santos, o resto passa mal quando vê verde.

FORZA PALESTRA!

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