SINALIZANDO OS ERROS


Por: Vitor Vizzotto

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(Foto: Cesar Greco / Fotoarena)

Foi um jogo recheado de acontecimentos. Foi golaço do Guedes, foi gol bobo do Coritiba, foi a consagração do medalhão com mais sorte que eu já vi (Churry ‘axuda nóis’), foi empate do coxa e foi também o ingrediente polêmico, o sinalizador.

Bendito seja o sinalizador, ou maldito… só sei que a nossa time line no Twitter estava polêmica. Era gente que xingava os torcedores pelo uso, era gente a favor e tinha alguns que estavam querendo até a troca de treinador. Pois é, nessa vida tem de tudo…

Mas irei bem direto ao ponto. O jornalista Mauro Beting resumiu bem o episódio:

“Niguem é mais torcedor ou menos “macho”  por sair no braço, ir em todos os jogos, cornetar mais, cantar mais. Mas é menos inteligente quem para o jogo – e para aparecer mais na mídia do que aquele que tira selfie ou beija escudo pra TV. E é ainda menos inteligente quem vaia time com bola rolando. É indefensável quem ameaça jogador, treinador e cartola.

Não é ode ao futebol “romântico” ou ódio ao moderno. É inominável burrice. É insustentável vontade de aparecer. Tanto quanto selfie pra câmera. Tanto quanto sinalizar a própria burrice. “

Pois bem, esta é a síntese de algumas pessoas que não pensam antes de agir ou falar alguma coisa. Simplesmente os palmeirenses não pensaram que aquele ato poderia, realmente, prejudicar o time. Claro, não abstenho os jogadores que também, pelo amor de meus filhinhos, não me venham com desculpas. O erro foi de ambas as partes. Da torcida que não raciocinou ao acender os sinalizadores e aos jogadores que pararam de jogar.

Sinalizador é algo belo, sim. É incontestável que a festa fica mais bonita. Acho que esta sina criada em torno do futebol moderno é justa e legítima. De fato tudo ficou mais chato, sem os mastros, as bandeiras, os sinalizadores, a festa em si ficou morna. Mas sabendo que é proibido, pra quê acender?

Volto de novo à minha opinião de que foi criada uma barreira em prol de um futebol mais careta e coxinha, que a torcida argentina faz uma festa muito mais interessante e que de fato fica mais legal as arquibancadas, mas meus amigos palestrinos, devemos usar um pouco o cérebro. Estávamos ganhando por 2 x 1 e já que é para ‘protestar’ desta maneira, por que não fazer o ato depois do apito final?

Na minha visão, cada um torce do jeito que quer. Sem padronizações com relação a isto. É isso que as pessoas tem que enxergar. Vivemos em uma democracia, que inclusive, deve imperar nos estádios. Ninguém deve obrigar alguém como torcer, ou como não torcer.

Os torcedores lá presentes deveriam ter sido um pouco mais astuciosos e saberem que todos os times da história do Palmeiras fazem isso, de relaxar no final por achar que estão ganhando.

SEQUÊNCIA

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(Foto: Cesar Greco / Fotoarena)

Voltando a falar do futebol do nosso time, que não está ruim, mas que pecou neste último jogo.

Agora o elenco terá trabalho em dobro para no mínimo, conseguir os 6 pontos contra o Santa Cruz no sábado e contra o América Mineiro na terça que vêm. Serão dois jogos cruciais para a tabela, pois com campeonato brasileiro não se brinca. Só é campeão, ou chega bem no G4 no final, quem se garante em jogos ‘fáceis’.

A partida contra o coxa era um jogo que em tese era fácil. Era a pior defesa do campeonato contra o melhor ataque. Tínhamos tudo para ganhar, mas vacilamos.

Enfim, vamos colocar as arestas no lugar, tanto no campo, quanto fora dele.

FORZA PALESTRA

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