Por: Vitor Vizzotto

Em meio a uma grande festa na Avenida Matarazzo, o time do Palmeiras chegava muito bem recepcionado. O clima tomava conta mais uma vez do entorno do estádio mais belo deste país e tudo parecia caminhar bem, para aquele que seria o jogo do ano.

Ao entrar no gramado vimos a torcida apaixonada ditando novamente a pulsação do estádio e fazendo pressão pra cima dos nossos adversários. Estava eu no setor superior, esperando com esperanças mais uma vitória em casa do verdão, mas não aconteceu.

Foi uma partida tomada de emoções e sentimentos, mas o futebol que ambas equipes poderiam apresentar, com todo o potencial observado ao longo do campeonato, ficou em casa.

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Foto: Cesar Greco

O Flamengo começou muito melhor, com uma jogada perigosa pela esquerda com Jorge, que por sinal, seria um bom nome para o Palmeiras estudar, já que o Zé em breve vai se aposentar. O mesmo Zé que não vêm tendo o mesmo folego e deixa muito a desejar, deixando a famosa avenida à disposição dos nossos oponentes.

O nosso elenco entrou muito afobado sim, como disse meu amigo Victor Chahin e isto era visível para quem tem o mínimo conhecimento de futebol. Achei que ao voltar para o segundo tempo, o Cuca iria organizar a mente dos atletas, principalmente a de Tchê Tchê. O volante/meia, não fez uma boa partida e concordo com outro camarada meu que ele ta merecendo um “chá” de banco. Isso na maioria das vezes funciona e creio eu que a gente não sai perdendo tanto, tendo boas peças de reposição pra mesma função.

A verdade é: quando Marcio Araújo (ou Caramujo, para os mais íntimos) foi expulso, o time inteiro do Palmeiras tomou a conhecida atitude de achar que tudo estava ganho. Uma lástima que é incompreensível por todos nós, mas que acontece quase sempre. Tomamos um gol ridículo, pelo lado esquerdo do campo que estava como nos filmes de ‘bang bang’, desértico. A lei do ex prevaleceu e Alan Patrik abriu o marcador.

O alviverde empatou com Gabriel Jesus que mostrou categoria, mas que perdeu um gol no final do primeiro tempo que era quase impossível de se perder. Com o tamanho enorme do gol o atacante tinha muitos jeitos de bater na bola, inclusive teve a chance de tocar para Roger Guedes que chegava na jogada.

O que eu gostaria de ressaltar por fim, foi a atuação de Mina e Dudu. Dois jogadores que brilhantemente ressuscitaram o time todo. E que Cuca não mexeu bem no time, mas teve sorte, porque Zé Ricardo também não fez nada de esplendido.

Enfim, nada saiu como realmente esperávamos, mas também, não foi um desastre completo, que poderia ter sido. Faltam 39 pontos para o campeonato acabar e tudo pode acontecer. O que o Palmeiras precisa é voltar com a consistência e o jogo sólido. E a oportunidade para isto pode vir no sábado, contra o nosso maior rival.

FORZA PALESTRA

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