Por: Nicola Ferreira

Quando nós palmeirenses acordamos no sábado esperávamos um time que brigasse o tempo todo e que principalmente vencesse o maior clássico do mundo. O que aconteceu na realidade foi que um time patético e sem garra vestiu o nosso manto e foi até Itaquera fingir jogar futebol.

Os nossos jogadores entraram em campo achando que aquele apenas mais um jogo e como todos sabemos o Derby não é qualquer jogo. Desde o primeiro toque na bola, já era possível observar a falta de vontade dos nossos atletas e essa energia não alterou em nenhum momento da partida.

Claro, a arbitragem questionável de Rafael Claus atrapalhou o desenvolvimento do time na partida, mas não podemos considera-la como o fator principal para a revés. O Corinthians dominou o jogo inteiro, a expulsão de Jaílson e o fato de estarmos com um a menos apenas facilitou a partida para o rival

Não consigo elogiar ou destacar nenhum jogador do Palestra na partida, Lucas Lima e Borja foram os mais próximos de terem uma partida no mínimo regular no sábado, entretanto em vários momentos importantes eles simplesmente desapareceram.

O Palmeiras ficou atordoado o jogo todo e nenhuma das substituições (as duas de jogadores de linha) feitas por Roger Machado passaram perto de se mostrarem eficientes. O esquema proposto pelo comandante foi ineficaz de causar qualquer problema ao time de Itaquera e a falta de ajustes na forma de jogar fora visível.26594661238_610cde015f_o

O ataque foi incoerente com o nosso hino e não mostrou o mínimo de raça. Apenas conseguimos demonstrar perigo em dois lances com Borja, ambos defendidos tranquilamente por Cássio. Dudu não foi aquele que conhecemos, principalmente quando joga os clássicos, ele foi o verdadeiro símbolo do verdão no jogo: apagado e perdido.

A dupla de zaga que parecia estar sólida começou a mostrar os já esperados defeitos, especialmente Thiago Martins. Os atacantes corintianos conseguiam entrar com facilidade na área, uma dessas invasões resultou no fácil gol de Rodriguinho.  Esses espaços dados dentro e fora da área precisam ser corrigidos de forma imediata se quisermos ter uma zaga menos vazadas.

Agora está na hora de juntarmos os cacos e como Roger disse: aprendermos com a derrota. Já que não podemos esquecer que a nossa obsessão começa quinta-feira contra o Junior de Barranquilla na Colômbia e que se os nossos atletas honrarem a camisa que vestem começaremos bem a Libertadores.

FORZA PALESTRA

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